Tomar laxantes também é comum, visto que esses comprimidos ou líquidos aceleram o movimento do alimento através de seu corpo e leva a um movimento intestinal. Facilitando assim a expulsão das fezes e favorecendo a eliminação do bolo fecal.
Diante desse problema, a pessoa com bulimia sente que ele ou ela não pode controlar a quantidade de alimentos ingeridos. Outro fator é que, ao contrário de anorexia , as pessoas com bulimia podem cair dentro da faixa normal para a sua idade e peso. Mas, como as pessoas com anorexia, assim também são os bulímicos:
- Setem medo de ganhar peso
- Querem desesperadamente perder peso
- Estão muito insatisfeitos com seu tamanho e forma corporal
Como visto, bulimia é semelhante à anorexia. Com o tempo, essas etapas podem ser perigosas - tanto em sentido físico como emocional. Eles também podem levar a comportamentos compulsivos (aqueles que são difíceis de parar).
Apesar desses dois problemas - anorexia e bulimia - serem muito semelhantes, as pessoas com anorexia geralmente são muito finas e com baixo peso, mas aqueles com bulimia podem ter um peso normal ou pode estar acima do peso.
Deve-se entender a bulimia nervosa como um grave risco, pois pode ser fatal, assim como outros transtornos se não forem tratados. Se não tratada, a bulimia nervosa pode gerar outros problemas sérios e até mesmo fatais, tais como a depressão, distúrbios de ansiedade, danos no coração, danos nos rins, lesões de todas as partes do sistema digestivo, e graves danos dentários.
As pessoas com bulimia nervosa estão em risco de impulsos, comportamentos auto-destrutivos perigosos, como a cleptomania, a auto-mutilação, álcool e / ou abuso de drogas e promiscuidade sexual.
O que é preciso ser feito?
Diminuir a ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, assim poderá reduzir a incidência desse quadro; Fornecer informações a respeito do risco de regimes rigorosos para a obtenção de uma silhueta “ideal”, uma vez que desempenha um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares; Orientação e trabalho em equipe dos profissionais de saúde, participação e apoio familiar... são coisas fundamentais para melhorar esse quadro. Acima de tudo é preciso levar em conta, através desses meios, a conscientização. Essa sim é a melhor prevenção!
Referências:



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