Como muitos
já sabem o maior intuito desse blog é falar sobre como nosso estado mental pode
influenciar na nossa alimentação, e vice-versa. Com isso, ouvimos falar
bastante em transtornos alimentares. Mas o que seriam esses transtornos?
Para começar, pode-se dizer que transtornos alimentares são vícios físicos e emocionais, graves e complexos. Sem o tratamento, pode levar a alterações de humor, problemas físicos e até mesmo a morte. Além disso, incluem uma série de condições que envolvem uma obsessão com comida, peso e aparência na medida em que a pessoa, a saúde, relacionamentos e atividades diárias sejam prejudicados.
De acordo com a Eating Disorder Foundation (Fundação para Transtornos Alimentares) enquanto normalmente as mulheres jovens são as mais afetadas, os transtornos alimentares são comuns e podem afetar pessoas de todas as idades e sexos.
Se uma pessoa restringe a ingestão de alimentos, compulsivamente come demais, ou excessivamente exerce estes comportamentos, muitas vezes são sintomas e não o problema. Eles costumam desenvolver-se como uma forma de lidar com a dor emocional, conflitos relacionados à separação, baixa autoestima, depressão, estresse ou trauma.
Para começar, pode-se dizer que transtornos alimentares são vícios físicos e emocionais, graves e complexos. Sem o tratamento, pode levar a alterações de humor, problemas físicos e até mesmo a morte. Além disso, incluem uma série de condições que envolvem uma obsessão com comida, peso e aparência na medida em que a pessoa, a saúde, relacionamentos e atividades diárias sejam prejudicados.
De acordo com a Eating Disorder Foundation (Fundação para Transtornos Alimentares) enquanto normalmente as mulheres jovens são as mais afetadas, os transtornos alimentares são comuns e podem afetar pessoas de todas as idades e sexos.
Se uma pessoa restringe a ingestão de alimentos, compulsivamente come demais, ou excessivamente exerce estes comportamentos, muitas vezes são sintomas e não o problema. Eles costumam desenvolver-se como uma forma de lidar com a dor emocional, conflitos relacionados à separação, baixa autoestima, depressão, estresse ou trauma.
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Os
transtornos alimentares são caracterizados por graves perturbações no
comportamento alimentar. A prática de uma desordem alimentar pode ser visto
como um mecanismo de sobrevivência. Assim como um alcoólico "vive
disso" para lidar com problemas (isso na visão deles), uma pessoa com um
distúrbio alimentar pode comer, restringir a lidar com seus problemas. Alguns
dos problemas subjacentes que estão associados com um transtorno alimentar
incluem baixa autoestima, depressão, sentimentos de perda de controle,
sentimentos de inutilidade, preocupações pessoais, problemas de comunicação na
família e uma incapacidade de lidar com as emoções. A prática de um transtorno
alimentar pode ser uma expressão de algo que a pessoa não encontrou outra
maneira de expressar.
Por essa
razão é fundamenta que esteja presente a orientação, o trabalho da equipe de
saúde, tudo que possa melhorar esse quadro tão sério.
Referência:


No segundo semestre do meu curso de Nutrição, apresentei um trabalho sobre anemias nutricionais. É uma área triste de se lidar... :/
ResponderExcluirÉ por isso que prefiro a área de industria. Nas UPR's não tenho que me preocupar com esses tipo de transtornos....
Oi, Padero! Entendo seu ponto de vista, o importante é trabalhar naquilo que gosta e que se identifica! Seja área clínica, social ou em unidades de alimentação e nutrição (UAN).
ExcluirObrigada pela sua visita. ;)